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Eu sou tudo o que eu gostaria que fossem

Leia ouvindo:
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=mo1vXnmGOEw&w=420&h=315]

Quando eu paro pra pensar no que passei vejo como é bom ver como eu posso errar.
Logo eu que já pensei nunca mais conseguir superar algumas coisas que já vivi, hoje me vejo aqui vivendo mais um dia novo nessa minha vida que recomeça a cada dia.
Doeu pensar que o problema sempre era eu.
É normal eu sempre me perguntar sobre as coisas que faço, sempre me julgar, sempre me cobrar, sempre me vitimar, sempre me matar muitas vezes sem por quê.
Algumas vezes eu pensei em acabar logo com isso tudo, pensei em resolver de uma vez e eliminar as possibilidades de viver qualquer coisa ruim de novo, mas isso tudo dura até que eu sinta meu coração bater de novo. E é assim até hoje.

Vez ou outra lembro de algumas bocas que já beijei.
Lembro e tento imaginar quem hoje pode beijá-las.
Não lembro, no entanto, com alguma dor ou arrependimento, com sequer saudade, lembro como se eu estivesse relendo um livro que já gostei, pois as pessoas que passam pela nossa vida são como livros que a gente gosta e um dia gente pode até esquecer dos detalhes, mas nunca esquece dos livros.
Gosto de relembrar pra me encontrar.
É no passado que vivi que encontro tudo o que me faz presente aqui e pronto pra viver.

Tem vezes que lembro também dos motivos pelos quais já chorei.
Também não me cabe julgar se eram ou não motivos suficientes para tal, mas foram coisas que de algum jeito me faziam mal e tiravam as minhas noites de sono. Por um lado me frustra lembrar que algumas desses vezes eu chorei pelas boas intenções, chorei por estar pensando uma coisa e a pessoa outra, chorei por estar sentindo uma coisa e por mais que a pessoa demonstrasse o mesmo, no fim dizia que era outra. Chorei um bocado.

As folhas do calendário são as folhas do nosso próprio diário.

Isso quer dizer que apesar de eu riscar um por um dos dias que já passaram, eu não os ignoro, tampouco me envergonho, cada um deles fazem parte da coleção que eu sou.

Neste diário que escrevo todos os dias vejo espaço também para os dias que já sorri feito criança. São dias que me voltam o riso só de lembrar assim tão rapidamente. Dias em que tive companhia para conversar sobre os desenhos das nuvens ou sobre as estreias do cinema; dias de deliciosamente gigantes filas no cinema. Não falo agora num tom nostálgico ou algo como “será que eu nunca mais vou viver algo parecido?”. Do contrário, falo num tom de “Olha como essa vida é gostosa, embora caprichosa pra acontecer”.

E as vezes em que meti o pé pelas mãos? Ah, essas vezes.
Mensagens que talvez eu não deveria ter mandado, bem como ligações que eu não precisava ter feito ou demonstrações que eu não precisava ter desperdiçado. Por um lado me convence pensar que são erros passados nos quais não devo cometer outra vez, por outro lado, entretanto, eu quero mesmo é que vá a merda quem não soube valorizar cada um dos meus valiosos esforços e todo dia faço questão de exibir o melhor dos meus sorrisos pra quem eu posso confiar: eu mesmo. E quando me for necessário decido o jeito que eu vou ser, sendo eu mesmo do jeito que cada um merece que eu seja.

É no espelho de toda a manhã que eu vejo quem sou, quem já fui e quem gostaria de ser. É neste mesmo espelho que vejo cada vez que chorei e cada sorriso que já dei, e então, ao me arrumar pra ir viver mais um dia nessa cidade, procuro mentalizar coisas boas e novidades do bem para o meu dia, que seja mais semáforos verdes que vermelhos ou mais e-mails respondidos que ignorados.
Saio de casa carregando bem mais que a chave do portão e um celular cheio de saudade e flertes de fim de semana; saio de casa carregando um coração recheado de vontade de viver coisas pra me orgulhar e contar para os meus filhos um dia. Pode ser coisas tipo o dia em que consegui relevar o aperto no transporte público e apreciei melhor as minhas músicas favoritas, ou o dia em que salvei alguém na faixa de pedestre. Eu não sei. O que sei é que cada dia pra mim não é apenas um dia a menos para um novo fim de semana, cada dia pra mim se trata de mais um monte de oportunidades de me sentir melhor com as coisas que sinto e quero viver. Sou quem planta o que quero colher.

Sou eu que devo arregaçar as mangas e fazer jus ao salário que me traz comida no prato, sou que devo semear mais vontades de dar risadas do que motivos pra reclamar, sou eu que devo oferecer meus ombros pra quem eu gosto quando precisam de um canto pra desabafar. Também sou eu que devo ser o amor que eu tanto valorizo, sou eu que devo colocar efeito nas frases de efeito que leio, sou eu que devo aumentar a duração dos abraços, sou eu que devo convencer que gostei do beijo, sou eu que devo deixar claro o quão o sexo é especial pra mim apesar de eventualmente casual. Sou uma coleção, sou um álbum de fotos, sou verso e refrão, sou dias de sol e chuva, sou frio e calor, sou praia e campo, eu sou.
Se não sou tudo que eu gostaria que fossem pra mim, eu deveria ser. E serei.

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Vai viver assim ou vai viver melhor?

Esse negócio das “coisas darem certo” é difícil demais, né?
Na nossa cabeça, “dar certo” significa viver aquela história de amor eterno dos filmes. Mas ora, por mais baseados que sejam, os filmes são reais?

A gente tem mania de viver atrás da vida perfeita e esquece que a felicidade está no fato da vida ser imperfeita.

Por muito tempo eu me culpei pelas coisas que fiz, que falei e que deixei de fazer. Não deixei minha vida parar, mas também não a respeitei de um jeito que hoje eu penso ser justo. Sem problemas também, era a minha margem de imperfeição sobre o que é viver, era eu mergulhado em uma certeza que cega que fazia sentido pra mim.

A melhor coisa de estar vivo é saber que amanhã será um novo dia.

Para todos os efeitos: é bom saber que o amanhã vai chegar.
E se o amanhã no caso tiver a ver com dor, cabe mudar a forma de ver e pensar que um dia mais longe do que queremos é um dia mais perto do que merecemos. E isso é o que vale a pena.

Bem, apesar de todos os meus erros, na medida do possível eu segui tocando a minha vida vivendo as coisas que me fazia bem e me inspiravam. Muita gente me apontou o dedo pra me dizer o que é o certo, mas poucas foram as pessoas que me estenderam a mão pra me ajudar a ver o que é o certo pra mim. Então, dentro disso, pouco a pouco eu vi o mundo girar e pude sentir cada segundo passar como navalha no meu rosto.

Foi bom me machucar pra agora ver aquela dor cicatrizar e me lembrar de tudo que eu preciso evitar.

As coisas começam a mudar quando a gente enxerga que é preciso mudar. Há quem nos ajude aqui ou ali, mas a força maior está e sempre estará dentro de nós mesmos.
Hoje me lembro de palavras bonitas que usei pra resumir o que eu acho do que é bom nessa vida e, não me arrependo, mas agora eu procuro conhecer novas palavras para definir coisas ainda melhores que estou vivendo.

Hoje eu procuro alguma palavra que resuma a importância que você tem na minha vida.
Vou te falar que estou cansado de procurar e talvez eu use os apelidos que te dei como uma forma só minha de te provar como a minha felicidade depende da sua.
Me sinto bem em poder continuar fazendo as coisas que amo de um jeito melhor do que já fiz um dia, de um jeito que me deixe feliz, de um jeito que te orgulhe e te motive a continuar comigo me fazendo feliz como em nenhum dia deixou de fazer.

É na dor que rasga o peito que chegamos mais perto do coração.

O negócio é aproveitar o corte que sangra sem parar e chegar mais perto do que somos e do que nunca poderemos deixar de ser: nós mesmos. É no nosso coração que mora a raíz do que somos e de todos os sentimentos que queremos viver nesse mundo.

Sabe, chega uma fase na vida, independente de idade, que um botão aparece na nossa cabeça do tipo: “E aí, vai viver assim ou vai viver melhor?”. É um botão isento de julgamentos, pois muitas vezes nós precisamos viver as coisas que vivemos por mais estranhas que pareçam ser, mas é um botão inspiracional, um botão que nos mostra que dá pra ser melhor do que está sendo, que dá pra ser mais feliz do que já pensamos ter sido um dia.

Hoje eu gosto de morar no teu abraço de bom dia.
Gosto de tocar a sua pele e sentir arrepio só pelo jeito que me olha. Hoje eu gosto de fazer as coisas que mais gosto agora com a sua companhia pra deixar tudo ainda melhor.

Você me mostrou que eu teria vez nessa vida e que por mais longa que fosse a queda-livre que eu pensei estar, mais forte a sua mão me segurava pra me ajudar.

Hoje eu gosto de fazer de nós dois um só.
Gosto de te ter por perto pra me ajudar e gosto de saber que o teu beijo é meu e que as minhas palavras preferidas hoje são só suas. E que as novas também. E que os apelidos também.

Apesar de tudo, hoje eu prefiro não me lembrar de tudo que já fui um dia, prefiro me concentrar em tudo que vou ser ainda e em tudo que posso fazer pra te ver mais feliz do que já foi nessa vida.

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Como é Que se Diz Mesmo?

É, como que faz?
Não lembro direito como eu fico e o que eu tenho que fazer quando acho que estou começando a gostar de alguém. Que confusão, meu deus!
Mas é assim que funciona, né? A gente fica bem confuso e os sentimentos começam a virar uma salada fazendo com que uma hora a gente sinta uma coisa, e ali em outra, a gente sinta algo completamente diferente. Que loucura!

E o que seria de nós se não fosse a loucura que nós mesmos criamos?

Acho que estou começando a entender.
Quando a gente gosta a gente fica bobo, né? Isso mesmo! A gente fica! A gente começa a achar graça em coisas que nem sequer percebíamos, tipo o jeito que um bebê ri no colo da mãe ou na música que o cobrador de ônibus canta assobiando. É engraçado porque tudo vira motivo de festa e até o que não é, a gente transforma em pelo menos algo positivo pra lidar de uma maneira mais gostosa.
Esse negócio de gostar faz bem.

Quando a gente menos entende é quando mais estamos sentindo de verdade.

Aparentemente é sim.
Porque tipo, se eu soubesse exatamente o que estou sentindo e como me comportar, eu poderia me poupar e calcular mais as minhas atitudes, aí acho que não seria tão legal no fim. Nessa fase a gente gosta de ser brega mesmo, dane-se. A gente quer passar o dia trocando mensagens, a gente quer saber de detalhes da rotina da outra pessoa para que possamos opinar em algo, estimular em algo e ajudar em tudo. Nasce uma tal de cumplicidade.
É quando a gente se vê sentimentalmente cúmplice de alguém? Aí é sinal que as coisas estão ficando um pouco mais sérias do que diz o horóscopo.

Faz um bem danado fazer um bem a alguém.

Outra coisa legal quando a gente entra numa fase dessa são os novos prazeres que a gente aprende. Normalmente nos sentimos bem fazendo coisas que gostamos, mas aí é só a gente perceber que o coração começou a bater um pouco mais rápido por alguém que a gente começa a ficar feliz em ajudar a pessoa gostamos, mesmo que, de alguma maneira, não gostemos em nada do que fazemos. Mas só de ver alguém ali rindo por algo que a gente disse ou fez já é motivo pra ir dormir sorrindo.

Nossa, e ir dormir então?
Isso é demais! Já bate até uma ansiedade para que aconteça logo! Sabe, aquilo de comprar um montão de comidinha gostosa, escolher alguns DVDs e passar as noites dos fins de semana se fazendo de colo um para o outro, revezando a conchinha, enroscando as pernas e falando sacanagens ao pé do ouvido. Afinal, quem nunca?
Aí a madrugando chega e o sono também. Então a gente acorda torto pela manhã: meias de um lado, edredom de outro, braço por cima, por baixo, cabelo amassado, perna pra fora, perna pra dentro, frio e aquela cena embaçarada de quem dormiu e nem viu a noite passar.

E por falar em nem ver a noite passar, e o tal do relógio?
Aff, é até difícil explicar. Durante a semana ele passa se rastejando, durante o horário de trabalho, nossa senhora, se não fosse pelo Whatsapp, SMS’s, e-mail e chat, não dá pra saber como daria pra aguentar ficar tanto tempo sem trocar um carinho. Se bem que, pensando bem, por essa quantidade de meios que existem pra se comunicar hoje em dia, conforta pensar que já foi pior. Só que a gente quer sempre mais! É que quando a gente tá gostando, nada é demais. Podemos passar o dia inteiro conversando e quando a gente se vê os assuntos só aumentam. É realmente um negócio louco. Mas tão bom.

Se melhorar, não estraga nada. Melhora mesmo!

Concordo que a gente não deve se precipitar.
Às vezes esse sentimento doido não passa de uma loucura temporária, sei lá, algo bem de momento que nasce só pra movimentar a vida – e isso é ótimo. Só que esse sentimento tem total chance de se tornar algo maior e mais forte, e aí, a coisa realmente começa a ficar bem séria.
Por exemplo quando a gente começa a sofrer com a saudade que por algum motivo maior somos obrigados a conviver. Bem como quando a gente começa a ter que lidar com outros sentimentos só que não tão bons assim.  Tipo o ciúmes. E a raiva que dá ver aquela pessoa conversando com quem a gente “não gosta”? E pior, quem não gostamos muitas vezes até sem por quê. Como somos problemáticos! Mas acho que isso talvez seja uma defesa, sabe? A gente não quer que a pessoa sofra e temos o direito de não gostar de todo mundo, daí por algum motivo, que seja um motivo só nosso, a gente começa a imaginar coisas e tentamos de alguma maneira controlar a situação. É, falei bonito, mas estou falando de ciúmes mesmo. Fim.

Ciúmes não faz bem, o que faz bem é fazer bem a alguém.

Pena que a gente não consegue controlar, né?
Vai “curtir” a foto de outra pessoa, não dessa que odeio!
Vai “encontrar sem querer” outra pessoa, mas não essa.
Até que dá pra justificar essas coisas, mas isso só não pode virar algo neurótico, porque aí tudo que a gente fez de bem para a pessoa acaba se desgastando; tudo acaba se transformando em nada e não mais acrescentando e muito menos dando prazer em nada. Por isso a gente tem que tomar cuidado.

É, como que faz?
Falei, falei e falei e praticamente não saí do lugar, só poluí conceitos.
Mas isso tem a ver com aquele estágio que a gente se encontra onde não importa o que falamos, sempre vai ser pensando em alguém, por alguém, pelo bem daquele alguém.
Como é que se diz mesmo?
Ouvi falar que quando a gente tá assim tão dedicado e sentindo alguém mais presente na nossa vida do que nunca, isso é sinal de um troço chamado amor.

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Desse Jeito Não Vai Funcionar

Engraçado que não fui eu quem quis assim e hoje é você quem age dessa maneira toda estranha, sem fazer o menor sentido. Afinal, não terminamos numa boa com as coisas tudo certas entre a gente? “Numa boa” quero dizer né, claro que nenhum fim é bom. Ok, tem vezes que é sim, mas não foi o nosso caso.

O que eu não entendo é o jeito que você tem se comportado depois que terminamos, ou melhor, depois que você terminou. E não adianta vir me colocar o dedo na cara pra falar alguma coisa sobre mim, você deve se lembrar que eu não queria isso, que eu tentei um milhão de vezes te entender, mas vai ver foi exatamente isso que te irritou tanto: o fato de que eu querer te entender. Não vale a análise agora e só vai me desgastar.

É que você não tem percebido a forma ridícula que tem se comportado com relação a mim. Me chama no celular pra conversar, mas reclama quando não respondo imediatamente, e quando respondo e tento manter um clima bacana, você impressionantemente planta algum motivo pra brigar comigo. Presta atenção, não estou me fazendo de vítima, só que é exatamente isso que tem acontecido. Quer queira, quer não.

Você faz de um tudo pra chamar a minha atenção e se aproveita do fato de eu não ter te excluído das minhas contas nas redes sociais. Eu não teria por quê fazer isso, mas você está me forçando aos poucos a fazer. Se faz presente da forma mais infantil que existe, postando imagens e me marcando, mandando músicas que faziam as nossas trilhas, sei lá, várias coisas que mais parece que você quer deixar claro que está por ali, que quer marcar território, afinal, se não fosse por isso, por quê estaria fazendo? Fico pensando o que você acha que eu pensaria se não isso.

Olha, eu vou mentir se te falar que te esqueci. É claro que não, até por quê não faz tanto tempo assim. Ainda tenho algumas das suas lembranças me perseguindo, especialmente quando estou sozinho em um lugar qualquer ou dirigindo por essa cidade. Mas eu me aliviei quando coloquei na minha cabeça que isso faz parte.

Hoje faço do nosso passado o meu presente.

Sei que não tem sido fácil pra você, mas não pense que tem sido pra mim. Não acredite tanto nas risadas que dou na internet, nos lugares que visito, nas fotos em que apareço, não leve assim tão a sério.

Os motivos que uso pra sorrir são alternativas pra não chorar.

A conclusão da minha visão sobre isso é que tudo faz parte. Eu não poderia esperar por menos, não poderia evitar a saudade e fugir da lembrança, do dia do fim até a um minuto atrás eu tenho tentado entender de uma vez por todas que vai ser difícil, mas é assim que tem que ser e eu preciso superar.

No entanto, devo dizer, fico triste com o jeito que você se comporta. Se a sua ideia é voltar, é que continuemos a nossa história, entenda que tem feito tudo para não dar certo. A sua pressão, mesmo na melhor das intenções, tem me sufocado e tem me confundido ainda mais sobre as coisas que tenho sentido por você.

Não queira controlar o tempo e acelerar as fases da nossa vida. Apenas viva.

Se agora eu falo isso com tanta propriedade foi porque lá atrás eu tive que engolir o pão que o diabo amassou pra conseguir atravessar os dias e continuar fazendo as minhas coisas. Demorei, mas estou tentando seguir.

Desculpe, não quero que me leve a mal sobre as coisas que estou dizendo, mas o respeito é um dos maiores sentimentos que tenho por você e gostaria que tivesse o mesmo comigo.

Entenda, o amor não morreu. Mas a gente precisa deixá-lo dormir e acordar quando quiser. Se ele quiser.